A intenção dos responsáveis do WRC em usar câmaras de inteligência artificial para melhorar a segurança nos ralis, equipando os carros de forma a poderem ‘ver’ potenciais perigos, como por exemplo má colocação do público, que depois da passagem dos carros de segurança tem sempre tempo de se deslocar e criar situações complicadas. Nos últimos anos, com toda a gente a ter no bolso smartphones, sendo por isso todos, potenciais fotógrafos e operadores de imagem, todo o cuidado é pouco.
Contudo, o plano da FIA foi adiado, para desenvolver melhor o sistema. Esperava-se que a tecnologia fosse introduzida este ano, mas segundo o novo diretor de ralis da FIA, Andrew Wheatley, tem havido algumas dificuldades, pois o sistema ainda não consegue perceber bem quem são Marshall e público.
Quando o sistema arrancar, nos bastidores irá estar um conjunto de pessoas a analisar 20 monitores de modo a tentar detetar algo não conforme em termos de segurança, e atuar, se for o caso, pois as equipas podem receber de imediato um sinal para interromperem o seu andamento normal, se forem alertadas para um perigo.
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