Não era expectável, mas as circunstâncias levaram a que nesta prova se esteja a assistir a um número pouco usual de furos, devido ao facto da chuva intensa na Croácia ter criado algumas das condições mais extremas vistas num rali de asfalto, nos últimos anos.
Quem rodava mais atrás na ordem encontrou estradas ainda mais sujas por carros anteriores que como todos, cortam as curvas, arrastando lama e gravilha para a trajetória reduzindo ainda mais a aderência. Como resultado, muitos pilotos tiveram ‘momentos’ significativos que comprometeram as suas hipóteses na prova.
Segundo Terenzio Testoni, gestor de atividades dos ralis da Pirelli: “Os pilotos depararam-se com condições de asfalto verdadeiramente extremas, o que apanhou alguns de surpresa. Devido à baixa aderência e ao surgimento de muita água e lama na superfície, os pilotos tiveram tendência a fazer cortes de bermas ainda mais profundos do que o habitual, danificando por vezes não só as jantes das rodas, mas também os pneus. Teria sido uma história semelhante nestas condições, mesmo em pneus de gravilha. Consequentemente, não é surpresa que os três principais pilotos fossem quase um segundo por quilómetro mais lentos nos troços tarde face ao que fizeram de manhã”.











