Depois do triunfo do ano passado, Kris Meeke chega a Portugal numa situação semelhante em termos de ordem de partida para a estrada, o que o ano passado lhe permitiu uma bela exibição e vencer o rali, mas a verdade é que este ano a pressão de obter resultados é bem maior, pois enquanto na temporada passada a Citroën ficou fora do WRC para desenvolver o C3 WRC, e por isso Meeke não tinha grande pressão, este ano tudo é bem diferente, pois a posição na estrada advém de uma temporada muito abaixo das expectativas, com vários despistes a mostrarem que ainda não foi possível ao piloto britânico ser suficientemente consistente para lutar pelos lugares cimeiros do campeonato. Velocidade não lhe falta, como se prova pela vitória no México, mas mesmo essa não surgiu sem um grande susto final, e no Rali da Argentina as coisas não acabaram nada bem: “Foi dramático na Argentina dramática, nada correndo como o planeado, algo que acontece às vezes e que temos que colocar para trás das costas. Sinto-me bem antes de Portugal, embora não possa dizer que estou a transbordar de confiança. Acho que o trabalho realizado nas nossas recentes sessões de testes nos ajudaram a evoluir na direção certa. É um prazer estar à partida desta prova, de que tenho, obviamente, boas lembranças, nomeadamente a vitória em 2016. Também o entusiasmo dos fãs para com este desporto traduz-se numa atmosfera muito especial. Há muitas mudanças no percurso, pelo que, em muitos casos, temos que começar do zero na definição das notas. A concentração será, portanto, fundamental nos reconhecimentos, bem como no próprio rali.”










