Depois de ter chegado a estar a 16.4s da liderança, já a meio do segundo dia de prova, Yohan Rossel/Arnaud Dunand (Citroen C3 Rally2) fizeram uma grande recuperação face a Pepe López/David Vázquez (Skoda Fabia RS Rally2) e Nikolay Gryazin/Konstantin Aleksandrov (Citroen C3 Rally2), e venceram o WRC2 no Rali de Monte Carlo, por 4.0s, repetindo o triunfo do ano passado, e de 2021, quando ganharam ainda no WRC3.
Um grande triunfo para o piloto oficial da Citroën, numa prova em que teve uma enorme oposição de Pepe López/David Vázquez (Skoda Fabia RS Rally2) e do seu colega de equipa, Nikolay Gryazin/Konstantin Aleksandrov (Citroen C3 Rally2).
Se no ano passado ganhou na ‘secretaria’, depois de uma penalização averbada a Gryazin, devido a um corte excessivo de berma, desta feita o francês venceu com todo o mérito, e no ‘braço’.
Para Gryazin: “Dei o meu melhor. Até sobreaqueci os meus pneus ao tentar fazer o meu melhor. Acho que ele tem um estilo diferente que o ajuda. Tentei travar tarde, etc… não resultou. Pelo menos estamos na meta. Foi uma boa luta”, disse.
Corrida muito meritória para Pepe Lopez: “Não estou satisfeito, lutamos muito para ganhar este rali, mas fizemos tudo o melhor que podíamos. Obrigado à equipa. Vamos ver o que nos traz este ano”, disse o espanhol, que surpreendeu tudo e todos com a sua prestação.
Quanto a Rossel, grande prova e melhor recuperação: “É uma loucura. Os meus pneus estão completamente mortos. Acho que tinha os mesmos que ele. É uma sensação incrível. Obrigado à minha equipa e à minha família. Tenho pena dele (Lopez), mas foi um duelo fantástico.”











