Penta, Tetra e ‘Hat-Trick’ no Rally Monte Carlo
O Rali de Monte Carlo é uma das provas mais icónicas do automobilismo, e poucos pilotos conseguiram escrever os seus nomes na história com vitórias consecutivas. Walter Röhrl conquistou quatro triunfos com quatro carros distintos, mas apenas três de forma consecutiva, mas o ‘Maister de Monte Carlo’ passou para Sébastien Ogier que ostenta um impressionante ‘penta’. Já Tommi Mäkinen foi o único a alcançar um ‘tetra’ entre 1999 e 2002.
Sandro Munari e Sébastien Loeb também marcaram a prova com hat-tricks inesquecíveis. Mas o que torna cada uma dessas conquistas tão especial? Neste artigo, resumimos os feitos mais histórico dos grandes mestres de Monte Carlo.
Walter Rohrl venceu o Rali de Monte Carlo quatro vezes, com quatro carros diferentes, mas só triunfou em três ralis consecutivos, em 1982 com o Opel Ascona 400, 1983 (Lancia Rally 037) e 1984 (Audi Quattro A2). Na história da prova só existe um ‘penta’ de Sébastien Ogier, em 2014, 2015 e 2016 com o Volkswagen Polo R WRC, 2017 e 2018 com o Ford Fiesta RS WRC 2017 e em 2019 com o Citroen C3 WRC.
Tetra só houve um, de Tommi Makinen entre 1999 e 2002, em 1999 e 200 com o Mitsubishi Lancer Evo VI, em 2001 com o Mitsubishi Lancer Evo 6.5 e em 2002 com o Subaru Impreza WRC 2001.
Hat-Trick, três Sandro Munari entre 1975 e 1977, todos com o Lancia Stratos HF e finalmente Sebastien Loeb, com o Citroen Xsara WRC entre 2003 e 2005.
O primeiro a conseguir um hat trick foi Sandro Munari. A sua vitória em 1972 levou a Lancia/Fiat a criar o Lancia Stratos, e com ele Munari venceu os Ralis de Monte Carlo de 1975, 1976 e 1977. E não ficou longe de vencer em 1978, mas o motor do stratos avariou. Loeb dominou o Rali de Monte Carlo de 2003 a 2013, sempre com a Citroën, sete triunfos mas hat trick só nos três primeiros. As quatro vitórias de Walter Rohrl foram sensacionais especialmente porque foi cada um com carro não só diferentes, mas muito distintos, em 1980, 1982, 1983 e 1984.
Em 1980, um Fiat Abarth 131 com motor dianteiro e tração traseira, depois um Opel Ascona 400 semelhante. Em 1983, com o Lancia 037, motor central do Stratos e em 1984, um Audi Quattro A2 com motor turbo frontal e tração às quatro rodas.

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JPC
29 Janeiro, 2025 at 20:42
Não é Penta é Hexa…
vitor sequeira
29 Janeiro, 2025 at 20:54
Artigo errado e mal escrito