Chegou a estar previsto um calendário de 14 provas para o WRC 202, mas com a ‘queda’ do Rali da Arábia Saudita, a competição terá apenas 13 provas. Contudo, a FIA continua interessada em aumentar o número de evento no futuro e Andrew Wheatley, o Diretor de Ralis da FIA, diz que: “é esse o plano. A estratégia do calendário aprovada pelo Conselho Mundial da FIA continua em vigor e a intenção é aumentar o número de regiões que o WRC irá visitar no futuro. Mas esse crescimento só pode acontecer numa altura em que seja possível, na conjugação das várias perspectivas, dos organizadores dos eventos, das equipas concorrentes e do promotor”, disse. Descodificando, só quando houver mais dinheiro!
Ou seja, o retorno hoje em dia dado às equipas do WRC não chega para que se sintam confortáveis em aceitar o investimento num maior calendário.
Claro que mais provas, em teoria, aumentam o valor do WRC, tal como fazem na F1, mas os tempos que se vivem não o permitem. Depois, tendo em conta o nível do WRC, não é fácil encontrar organizadores capazes de fazer grandes provas. Esses encontram-se na Europa e o ‘Velho continente’ está ‘saturado’ de provas. É preciso ir para os EUA, regressar à Oceania e ter mais eventos na Ásia. Mas dizer que “é preciso ir” , é fácil difícil é concretizá-lo. A F1 conseguiu, já tem três corridas nos EUA, mas o WRC anda há anos para conseguir ter uma, e não consegue…












