Mohammed Ben Sulayem, presidente da FIA esteve no Rali de Monte Carlo onde falou à imprensa sobre o ‘estado da nação’ do WRC, assegurando que seria bom haver mais um ou dois construtores, mas é de opinião que o WRC está a funcionar bem com três fabricantes, e a vinda de mais construtores seria um forte passo para a melhor sustentabilidade do campeonato.
Desde o início de 2020 que o WRC tem apenas três Construtores, Toyota, Hyundai e Ford, depois de ter saído a Citroën, está para breve o anúncio da decisão do novo regulamento dos Rally1 para 2025, e o presidente da FIA entende que a passagem para os Rally1 foi uma boa decisão, mas entende que a questão tem de ser vista como um todo: “o problema não é haver apenas três fabricantes, mas sim de tudo o que envolve o Mundial de Ralis.
Está bem servido de pilotos, mas entendo que é muito importante os países onde se vai correr, a cobertura que têm os ralis por parte da imprensa local, o por fim o número de espectadores nas provas” começou por dizer Ben Sulayem ‘desfazendo-se’ depois em lugares comuns e num discurso com muito pouco ‘sumo’: “Para termos uma competição mais equilibrada em termos estruturais, precisamos pelo menos um a dois fabricantes”, disse, referindo à maior concorrência que em teoria seria sinónimo de competitividade, anunciando depois mudanças nas regras, sem especificar.
Ben Sulayem diz ainda que o WRC não está mal: “A casa não está a arder” acrescentando depois que se deve trabalhar em cima do que existe, batendo na tecla de que o desporto tem que ser sustentável, ou seja, equilibrar os custos com o retorno: “Devemos olhar para trás e ouvir os pilotos e também os fabricantes e a imprensa. Só precisamos de ser mais envolventes e de encontrar uma solução”.











