João Silva parte para o Rali da Madeira com ambição clara: “ser o mais rápido possível” e maximizar a pontuação no campeonato regional, onde ocupa a segunda posição. O piloto, de 38 anos, admite que a luta pela vitória ou pelo pódio será uma consequência do desempenho: quer ser “o mais competitivo possível”.
João Silva sublinha ainda a incerteza da edição deste ano: “Estamos expetantes devido à evolução de todos os concorrentes”. O madeirense destaca ainda as alterações no percurso e possíveis condicionantes meteorológicas, que podem introduzir novas variáveis na prova. O piloto alerta ainda para impactos técnicos das novidades: algumas mudanças “podem criar novas solicitações a alguns órgãos mecânicos, nomeadamente os travões”, obrigando a equipa a maior eficiência na gestão do carro. Paralelamente, lamenta a falta de reconhecimento por parte da FPAK, considerando que isso “condiciona a minha posição à partida”.
Percurso consolidado e época em destaque
Com estreia nos ralis em 2007, ao volante de um Toyota Yaris, João Silva construiu uma carreira consistente, incluindo participação na WRC Academy em 2012 com um Ford Fiesta R2. Foi campeão júnior madeirense em 2009 e 2010 e venceu o título de duas rodas motrizes em 2023. A primeira vitória absoluta surgiu em 2017, num Citroën DS3 R5. Vice-campeão regional nos últimos dois anos, soma três triunfos em cinco ralis disputados em 2026, reforçando a candidatura aos lugares cimeiros na Madeira.









