Ponto prévio. Os regulamentos do WRC dizem que o Diretor de Prova é ‘soberano’ na atribuição de tempos no caso de acontecimentos como o de hoje no Vodafone Rally de Portugal (ler em separado, restantes artigos das últimas horas). Fica completamente ao critério do Diretor de Prova, a atribuição dos registos aos concorrentes, sendo que o Colégio de Comissários Desportivos só poderá julgar o caso exista uma reclamação de um qualquer concorrente.
Pedro de Almeida e a sua equipa ainda não explicaram como chegaram aos registos atribuídos pela “decisão Nº1” mas o regulamento do WRC não especifica que tem que ser um atribuído este ou aquele tempo.
É a experiência do Diretor de Prova e da sua equipa que encontram a melhor solução e neste caso, havendo ‘antecedentes’ (o mesmo troço já fora realizado de manhã e noutros troços, Kris Meeke justificou o ‘porquê’ de lhe ter sido atribuído um registo.
O Diretor de Prova decidiu baseado nas passagens anteriores, é um critério utilizado no WRC, no CNR, um critério que o Diretor de Prova tem todo o direito de utilizar. Se houver algum concorrente que discorde, reclama e o CCD analisa.
A decisão é sempre discutível, nunca é possível ser totalmente justo para todas as partes envolvidas.










