Sébastien Ogier e Sébastien Loeb em rota de colisão?
De acordo com notícias postas a circular por uma revista francesa bem conhecida de desporto automóvel, no Rali do México, Olivier Quesnel, no final do segundo dia de prova tentou assegurar que os dois Citroen terminavam o rali na posição em que estavam no final do segundo dia de prova, quando Sébastien Ogier liderava com 10,5s de avanço para Sébastien Loeb.
E como o terá feito? Pedindo a Loeb que não atacasse o seu companheiro de equipa, ao que este terá respondido que não o faria porque durante o rali teve problemas e não foi mais lento que Ogier. O resultado é conhecido, pois Ogier despistou-se na prova de abertura do último dia de prova e Loeb venceu o rali. Quando questionado sobre o que se passara, Ogier respondeu com um enigmático: “Um dia falarei sobre o Rali do México.”
O segundo ‘take’ deu-se no Rali de Portugal, mas pelos vistos desta vez nem sequer houve necessidade de Olivier Quesnel intervir, pois os números de diferença entre ambos (mais de trinta segundos) não permitiram que Loeb voltasse à carga. Desta feita Ogier pode agradecer a Mikko Hirvonen, quem em Vascão 1 parou para mudar um pneu furado do Fiesta WRC e como disse Loeb: “arrancou oito segundos à minha frente e fui o resto do troço no pó do seu carro”. Desta forma, Ogier cavou uma grande diferença para Loeb e depois disso só teve que bater Latvala, e depois deste também se atrasar, ficou confortável na liderança.
Loeb não acatou ordens?
Por estes dias, voltaram a surgir referências ao que se terá passado no Rali do México, sendo que Quesnel nega veementemente que tenha dado ordens aos seus pilotos no final do segundo dia da prova mexicana, e que Sebastien Loeb não as acatou.
Segundo rezam as crónicas, Loeb terá dito antes de começar o primeiro troço do dia a Ogier que ia atacá-lo (a diferença era apenas 10,5s) e a verdade é que Ogier já não chegou ao final dessa especial. Nos três parciais antes do despiste de Ogier, Loeb estava claramente a ganhar tempo a Ogier, e o derradeiro, o DS3 WRC já não passaria.
Verdade ou não, só os homens da Citroen o sabem ao certo o que se passou, mas para a história ficam as declarações de Quesnel: “O que aconteceu no Rali do México é passado, mas o que se diz não é verdade.” Será?
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