Em termos práticos, a FIA pretende lançar um kit de evolução para os S2000 que passarão a ter motor turbo e alterações nas asas traseiras, o que deverá tornar mais agressiva a aparência dos carros, mas não aumentar sobremaneira as suas performances nem os custos. Ponto importante será avaliar se os componentes que integrarão os kits serão aceites pela FIA e quanto tempo poderão levar a ser montados e desmontados nas viaturas, o que deverá obedecer a um novo tipo de controlo técnico.
Marcas satisfeitas
Tirando a Citroen, que ainda não tomou nenhuma posição pública, numa altura em que se fala estar já a desenvolver um C3 S2000, Ford, Subaru e Suzuki parecem estar de acordo com o regresso da “geração turbo”. Para Mark Deans, director da Ford Motosport Europe, “os turbos não só optimizam a eficiência da performance, como, mais importante que isso, reduzem as emissões. Esta é a tecnologia que podemos antecipar nos nossos carros de estrada”. A mesma linha de pensamento é avançada por Shigeo Sugaya, um dos responsáveis pela equipa da Subaru, que considera que “o turbo é uma vantagem por ser o método mais barato de extrair potência, permitindo ainda fazer motores mais pequenos e reduzir as emissões de CO2”. Mais evasiva, mas nem por isso discordante, é a posição da Suzuki (que tem já também um S2000 em produção), com Nobuhiro Tajima a sublinhar que “o topo desta disciplina deve ser entusiasmante para os espectadores e isso requer uma certa performance do motor, o que pode muito bem ser assegurada pelo turbo”.










