No mínimo, não parece! Da mesma forma que os novos WRC não perdem demasiado para os WRC do ano passado, e apesar de ser verdade que os S2000 estão mais próximos ‘destes’ WRC, a verdade é que a diferença continua a ser grande. Se ‘falarmos’ dos melhores pilotos de cada categoria a margem é enorme, cerca de 1 minuto a cada troço a rondar os 15 kms.
Mas num caso destes estaríamos a fazer comparações de Sébastien Loeb com Juho Hanninen ou Nasser al-Attiyah, portanto, injustas. Se compararmos um piloto experiente como Henning Solberg, com o finlandês da Skoda a questão é bem diferente, pois as margens continuam a existir a favor dos WRC mas a diferença esbate-se muito, e quanto muito, ronda os 20 segundos, em condições normais, mas com tendência para diminuir. A juntar a isto, acresce o facto de estarmos a comparar pilotos que estão a lutar pela vitória na sua classe (SWRC) com outros que têm as suas posições definidas. Há portanto muitas ‘nuances’ envolvidas, e só com o passar do tempo saberemos mais concretamente a diferença real, que existe.
Em resumo, se fosse possível comparar carros e não envolver pilotos, acreditamos que a margem rondará entre 1,5 a dois segundos por quilómetro. Depois existe a questão da rapidez dos troços. Quanto mais rápidos são os troços, maior é a margem dos S2000 para os WRC. Por fim, vai ser bastante mais habitual ver S2000 no top 10 das provas, mas isso terá muito mais a ver com a juventude dos novos WRC do que propriamente com a rapidez.
Mas para poder tirar as suas próprias conclusões, nada melhor que olhar para a tabela de tempos, comparando os registos em todos os troços de S. Loeb, H. Solberg, F. Villagra, N. Al-Attiyah e J. Hänninen. Desta forma, no WRC, temos um super- piloto, um piloto experiente, e um dos mais fracos. No SWRC, só mesmo os melhores.










