Ricardo Teodósio foi obrigado a abandonar no Algarve, após ter ‘herdado’ a liderança de João Barros, que também desistiu com problemas mecânicos.
Com os olhos postos em 2015, o piloto algarvio revelou que “para o ano, a fazer, é bem feito, com uma máquina igual à dos outros já que com um carro inferior andámos perto. O carro que tenho pensado é um Citroën DS3 R5. Quero fazer o Rali de Portugal e mais algumas provas, depende do ‘budget’”.
Nesta prova Teodósio apresentou-se com o seu Evo IX inscrito em Grupo X, o que lhe permitiu aumentar o restritor de 34mm para 41mm. Contas feitas, em condições normais o carro passaria dos habituais 280/300 cv, como explicou, para praticamente 400 cv. No entanto, um problema com a pressão do turbo que, segundo Teodósio, estava com o,9 bar quando deveria ter 2 bar, fez com que a potência do seu Mitsubishi estivesse na casa dos 360 cv.
Devido às ‘sortes de ambos’, Teodósio, em jeito de brincadeira, ainda disse a Barros, “ó João, à tarde vamos nós nos carros dos nossos segundos pilotos e eles encostam!”.








