Único português presente no Circuito da Irlanda, a terceira prova do ERC, Renato Pita terminou no 19º lugar depois de uma prova onde encontrou “troços de asfalto muito difíceis e técnicos, com muitos ressaltos em topos que se faziam de 5ª e onde, naturalmente, o conhecimento era um forte trunfo”, começou por explicar o piloto que foi acompanhado por Hugo Magalhães.
Apesar de não ter escapado à última posição, o piloto do Peugeot 208 R2, referiu também que “notámos uma evolução grande desde o início do rali até ao fim. Se no início rodamos a cerca de 4 seg/km mais lentos que os melhores da nossa categoria, no final baixámos essa diferença para cerca de metade. Contudo, na estreia da prova e apenas com duas passagens de reconhecimentos, seria sempre impossível confrontar-me com eles. Posso dizer que “não tivemos qualquer problema, simplesmente os outros foram mais rápidos que nós. Houve coisas que também fomos descobrindo ao longo do rali já que por exemplo, usámos molas de asfalto e a maior parte dos pilotos usavam molas de terra por causa do ressaltos, enquanto nós nos debatiamos com um carro demasiado duro. Com isto não quero dizer que se tivesse as mesmas condições que os meus adversários que andava com eles porque não seria verdade”.
Para Pita foi notório que “há agora muito trabalho a fazer mas fiquei satisfeito com o rali onde quero voltar no próximo ano”. Agora, a equipa portuguesa deverá participar no Rali de Ypres (Bélgica), na estrada entre 19 e 21 de junho.









