Apesar do chefe de fila ter tido um dos seus poucos azares, ao sair de estrada e abandonar, a equipa de Malcolm Wilson acabou por sair de Portugal com razões para estar satisfeita. Sébastien Ogier explicou a saída de estrada na sexta-feira com “um ressalto que estava no interior da curva e que estava assinalado nas nossas notas. Infelizmente, eu optei por manter o acelerador a fundo porque queria manter a velocidade para a curva seguinte mas o impacto no ressalto partiu a direção e já não havia nada a fazer.”
Com isto, Ogier andou durante todo o sábado a poupar pneus e material para a Power Stage de domingo, enquanto Elfyn Evans e Teemu Suninen se esforçavam por colocar pressão nos Hyundai. O galês ainda chegou a estar a apenas 7,3s de Thierry Neuville mas perdeu muito tempo nas duas passagens pela Porto Street Stage, no final da etapa de sexta-feira, e sobretudo nas duas passagens pela classificativa de Amarante, da qual saiu já a quase 40s do belga. Ainda assim, Evans conquistou o seu melhor resultado da época até ao momento, depois do quinto lugar na Córsega.
Suninen, por outro lado, conseguiu o melhor resultado da sua carreira e impressionou sobretudo pela forma como resistiu à pressão de Lappi e Sordo. O finlandês, cujo melhor resultado em 2018 tinha sido o oitavo lugar na Suécia, chegou a admitir que ainda não está completamente adaptado ao estilo de condução do Fiesta deste ano mas recebeu um importante tónico de confiança em Portugal.
Dos três Fiesta da M-Sport, o de Sébastien Ogier foi o chassis 9, com que venceu em Carlo, Elfyn Evans (chassis 8, carro da Córsega e Argentina) e Teemu Suninen (chassis 4, carro Suécia/México/Argentina).











