Não faltaram críticas à FIA e aos regulamentos do WRC no último Rali do México, nomeadamente, em relação a aspectos como a ordem de partida e também à nova regulamentação que dita as regras da Power Stage.
No primeiro caso, a ordem de partida para o último dia definiu que seriam Kris Meeke e Miko Hirvonen (que tinham desistido no Dia 1) a abrir a estrada, enquanto colocou Andreas Mikkelsen e Mads Ostberg (que tinham desistido no Dia 2) a saírem depois de Sébastien Ogier ou seja, numa posição bastante mais favorável para a obtenção de melhores tempos. Um procedimento, no mínimo, que sem grande coerência de justiça.
Depois e no que à Power Stage diz respeito, as regras mudaram este ano mas parece que nenhuma equipa tinha dado por isso até agora. O alarme soou quando Ostberg e Mikkelsen perceberam que, nem que ganhassem a Power Stage poderiam somar pontos extra pois o novo regulamento expressa que para que isso aconteça os pilotos têm que “terminar o rali e não ter desistido no dia anterior”, permitindo, contudo, que quem tenha desistido no primeiro dia possa colher pontos extra, se terminar num dos três primeiros lugares, num procedimento que desafia qualquer lógica.
Os três pontos foram para Ogier, enquanto Latvala somou dois e Hirvonen um mas ficou a dúvida se teria sido essa a classificação se Ostberg e Mikkelsen soubessem que valeria a pena correr riscos na derradeira classificativa do rali para tentarem conseguir pontos extra?










