“O Rali do México começou com uma PE que tinha quase metade pavimentada e depois passava para a terra. Era muito rápida e larga, uma delicia de acelerar! O ritmo era bem melhor que o do prólogo! Sempre nos baseamos no Armindão/Miguelito, que são super constantes para sabermos se estamos a andar bem. Estávamos na casa dos 2s/km mais lentos que eles, o que para nos é muito bom! Na segunda e 3ª PE a especial ficou muito mais estreita e sinuosa, algumas vezes até dava frio na barriga quando o carro começava a escorregar e não parava mais…. Mas mantivemos o ritmo do dia! Tudo isso sem mencionar que atrás de nós rodava o Ogier… Só não me perdoo quando atrapalho a prova de qualquer competidor, quando é amigo então….
E na fatídica 4ª PE, numa curva bem fechada para a direita, havia uma lage de concreto na parte interna que não nos permitia cortar a curva, o carro escapou e a traseira caiu numa vala e acabou trazendo o carro todo dentro dela, ai subimos de lado em um barrando de pedra e capotamos!
Muito frustrante, mas faz parte de jogo! Fico super sem graça com a equipa que tanto se esforça para me entregar sempre o carro em perfeitas condições mas fazer o que , pelo menos eles sabem que se tem uma coisa que não faço é desistir! O bom e velho espirito Palmeirense!”








