A prova, a disputar num troço de cerca de 9,8 kms (quatro especiais), muito prometia ao nível de espectáculo e competitividade, mas a dupla do carro nipónico depressa se encarregou de dissipar dúvidas quanto aos vencedores. Assim, logo na primeira especial José Merceano conseguiu um tempo de 7m16,74s, o que lhe valeu, desde logo, uma boa vantagem sobre os seus perseguidores, a qual passou a gerir ao longo da prova.
Um dos factores que também contribuiu para esta vitória folgada de José Merceano foi o longo número de desistências que se verificou e que também afligiu alguns dos seus principais adversários, como foram os casos de Pedro Carmo (Subaru Impreza) logo na primeira especial após um embate aquando da primeira passagem por uma zona de alcatrão, ou ainda, a desistência de Marco Domingues (Mazda 323) por falha de motor e principalmente, devido à desistência de Carlos Valentim (Ford Escort RS Cosworth) que seguia na segunda posição mas na terceira especial teve uma saída de estrada que o levou a desistir.
Em segundo lugar ficou António Nunes (Ford Sierra Cosworth), já a 1m45,41s de atraso para o primeiro, ao passo que Hélder Mota (BMW 325 IX) ficou em terceiro, a 1m51,82s de Merceano. Em quarto ficou Ricardo Pinheiro (Toyota Celica GT4) e no quinto posto ficou João Neves em Mazda 323. Relativamente às duas rodas motrizes é de referir que o primeiro da tracção dianteira foi Nélson Cardoso (Golf) que ficou em sexto na geral e Abílio Palma com o seu Toyota KE foi o vencedor da tracção traseira após conseguir terminar na nona posição da geral.











