Tal como o Autosport já tinha divulgado há uma semana (CLIQUE AQUI)
o Conselho Mundial da FIA procedeu a algumas alterações nas regras dos ralis, para além de ter aprovado um calendário de 14 provas – contra a vontade das equipas – que terá de ser chancelado até ao Conselho Mundial da FIA que se realiza em dezembro. A a única novidade face ao calendário deste ano é a presença da China, que a FIA refere esperar ainda pelos resultados da observação que foi feita no terreno.
Quanto a este assunto, o AutoSport sabe que a prova chinesa teve muito pontos fracos, mas cabe agora à FIA tomar as suas decisões, já que foram as próprias equipas a sugerir o mais depressa possível a entrada de uma prova chinesa no WRC.
De resto, tal como já tínhamos escrito, as equipas P1, as principais equipas do WRC, quando regressarem em Rally2 não vão ser as primeiras na estrada, passando a partir atrás dos pilotos P1. Para que tenham pontuação total, os ralis devem realizar pelo menos 51% do seu percurso previsto. Menos que isso, só contam metade dos pontos.
O tamanho do restritor do turbo dos RRC, ou Regional Rally Car, vai diminuir, de modo a torná-los menos competitivos, deixando com isso claro que os R5 são o topo da categoria WRC2. A Taça FIA de Produção vai terminar e para serem reduzidos os custos da ‘vida’ dos motores no agrupamento R2, vão ser revistas as regras, restringindo a performance destes R2 Turbo.








