O primeiro troço do segundo dia de prova do rali Rally Serras de Fafe, Felgueiras, Boticas
Viera do Minho e Cabeceiras de Basto foi exigente para todos os pilotos do ERC e CPR. Não choveu muito e a lama que se esperava não apareceu. Assim, os pilotos que foram os primeiros na ordem de largada beneficiaram um pouco, mas as condições gerais dos troços exigiram muita concentração, com pouca aderência a complicar a vida a todos. Os pilotos queixaram-se da falta de aderência, especialmente nos últimos quilómetros.
Mads Ostberg e Patrik Barth (Citroën C3 Rally2) foram os mais rápidos do troço, ganhando tempo à concorrência por ter melhor posição de largada (primeiro). Martins Sesks / Renars Francis (Škoda Fabia RS Rally2) fizeram o segundo tempo, para surpresa do próprio piloot, admitindo que não estava a pilotar bem. Ficou apenas a 2.5 segundos de Ostberg, com Hayden Paddon / John Kennard (Hyundai i20 N Rally2) a fazerem o terceiro tempo a 4.1 seg. do líder. Mikko Heikkilä / Samu Vaaleri (Škoda Fabia Rally2 evo) e Pontus Tidemand / Julia Thulin (Ford Fiesta Rally2) completam o top 5.
Nas contas portuguesas, Armindo Araújo / Luis Ramalho (Škoda Fabia Rally2 evo) foram os mais rápidos, seguidos de Craig Breen / James Fulton (Hyundai i20 N Rally2) ficaram a 5.1 seg. da dupla lusa, com Miguel Correia / Jorge Carvalho (Škoda Fabia Rally2 evo) a completarem o top 3, a 8.8 do líder do CPR
Østberg Mads – Barth Patrik
“Sim, foi horrível, tentar sobreviver para ser honesto e manter o ritmo”.
Breen Craig – Fulton James
“Cometi um erro estúpido ontem à noite com a posição da estrada. Tive um pequeno exagero no começo, por isso cometi um pequeno erro, mas é o que é”.
Araújo Armindo – Ramalho Luís
“Não tive uma boa sensação com o carro, dificuldades com a afinação, não satisfeito. Não foi um bom troço para mim. Vamos tentar mudar algumas coisas aqui e ali, vamos ver o que acontece nas próximas etapas”.
Foto: @World/André Lavadinho









