Muitas vezes nos ralis não é possível olhar com muita atenção para muitas das prestações que têm lugar para o meio do pelotão, mas há casos em que os pilotos dão tanto nas vistas que é impossível não serem notados. Foi o caso de Jon Armstrong no Azores Rallye.
O seu andamento foi bem notado, e só mesmo a famosa passagem de água da Tronqueira o fez parar. Antes, nos Graminhas, tinha colocado o seu Ford Fiesta Rally3 no nono lugar da geral, no meio de quase três dezenas de Rally2. Mas que grande andamento teve naquelas condições difíceis. É verdade que a meteorologia equaliza as coisas, mas o que sobressai nessas condições, são os pilotos e não os carros.
Ele próprio estava surpreendido “estive mais perto do que pensava”
Garantimos que a descer o Fiesta Rally3 bem guiado anda o mesmo que os Rally2. A subir, a história é outra, aí os carros fazem a diferença.
Pelo meio dos problemas que teve, Jon Armstrong obteve tempos no top 10 em 75% dos troços que realizou de forma normal. Não nos admiramos que, a continuar assim, Malcolm Wilson repare no jovem, que, recordamos, ‘veio’ do mundo dos simuladores.
Já tem 27 anos, o que não ajuda, mas ainda vai a tempo de fazer uma boa carreira no topo dos ralis. Como se sabe, Armstrong lidera o Junior WRC, venceu na Suécia.










