Pedro Almeida e Hugo Magalhães estreiam-se no ERC3 Junior no Rally di Roma Capitale naquela que será a primeira prova internacional do jovem piloto para lá do Rali dos Açores que já disputou duas vezes com o Skoda Fabia R5 e Ford Fiesta R5. Este será um rali perfeito para poderem perceber “onde estão” face aos melhores pilotos da competição, e com isso situar melhor a sua evolução depois deste passo atrás para os R2, para ganhar ‘bases’ que eram bem mais difíceis de obter com o R5.
Agora com o novo Peugeot 208 Rally 4, espera poder expandir o seu programa no ERC: “A diferença entre mim e os pilotos nos primeiros lugares do Campeonato de Portugal de Ralis era de 1.2 segundos por quilómetro, pelo que não estava a evoluir como pensava. Pensei nisso, e decidi voltar para um R2, de modo a aprender e ter mais ritmo, e talvez um dia voltar para o R5” disse Pedro Almeida, que tendo começado cedo a guiar R5, entendeu agora que devia dar um passo atrás para ganhar bases e experiência, e então sim, dar um passo definitivo para os R5 mais consistente, aproveitando o facto de ter a seu lado um navegador muito experiente, Hugo Magalhães: “Começámos a trabalhar no início deste ano. Esperávamos fazer muitas provas, mas com a Covid-19 não podemo fazer tantas quanto pensávamos. Mas mesmo durante a quarentena, conseguimos preparar-nos em conjunto. Hugo está a ajudar-me muito, especialmente nas notas de andamento, porque isso é realmente uma grande parte do trabalho como piloto”, disse almeida que este fim de semana se prepara no Rali da Calheta, antes de rumar a Itália: “Fiz um rali há duas semanas no novo carro. Não tenho experiência no 208 antigo, pelo que não tenho meios para comparar. Mas é muito diferente em todos os aspectos dos outros carros de duas rodas que conduzi, principalmente no motor, porque é um motor turbo, e só isso é uma grande diferença. Além disso, o chassis é fenomenal, é um carro muito bom”.











