Apesar de estar incluído na lista de inscritos para o Rali da Acrópole, terceira prova do ERC 2017 a ter lugar dentro de pouco mais duma semana, Bruno Magalhães ainda não tinha confirmada a sua presença na prova grega a contar para a série proposta pelo Eurosport. A confirmação surgiu esta madrugada e o piloto de Lisboa arrancará de Lamia, centro nevrálgico do evento, com o nº1, é o líder do campeonato, nas portas do Skoda Fabia R5.
Magalhães manifesta-se “naturalmente contente com esta participação apesar de só termos confirmado mais uma vez mesmo no limite a nossa deslocação. O Rali da Acrópole vai ser novamente muito difícil pois a prova é basicamente igual à de 2016 e, enquanto nós teremos que descobrir o percurso, os nossos adversários já o conhecem bem. No entanto, o nosso objetivo é sair da Grécia sempre na frente da classificação do campeonato”.
Esta ida à Grécia traz também alguma ansiedade pois “o Rali do Chipre é quase “emparelhado” com a Acrópole já que é relativamente próximo geograficamente e os meios logísticos são quase os mesmos. Nesse sentido e como não dispomos de apoios para a prova seguinte, estarei a preparar o rali grego e a tentar conseguir alinhar também no rali disputado naquela ilha em pleno Mediterrâneo”.
A confirmação tardia da ida à Grécia coloca vários problemas logísticos pois, para uma equipa portuguesa, esta é uma das mais longas deslocações possíveis no ERC. A equipa ARC, estrutura que volta a dar assistência ao piloto navegado por Hugo Magalhães, terá que sair hoje de Portugal para estar em Itália a tempo de embarcar por navio para o país de destino. A viatura a ser tripulada por Bruno Magalhães será a mesma que levou à vitória no Azores Airlines Rallye.
João Freitas Faria











