Como se sabe, há uma nova direção no Grupo Desportivo Comercial, organizadores do Azores Rallye, e apesar de ainda faltar um longo caminho para o eventual regresso da prova a dois campeonatos onde pontificou durante muito tempo, o CPR e o ERC, a verdade é que o caminho já começou a ser trilhado.
Para já o Promotor do Europeu de Ralis, o mesmo do WRC, mostrou abertura para voltar a receber no calendário da competição o Azores Rallye, mas como se pode calcular, essa ‘abertura’ significa, como bem se sabe, e usando as palavras certas – para que não fiquem dúvidas a ninguém – “arranjem o dinheiro, que nós encontramos espaço no calendário”.
Portanto, é nesse contexto que Luis Pimentel e a nova equipa do Grupo Desportivo Comercial têm de trabalhar para repor o que a região já teve num passado recente.
Todos nos lembramos do que se passou nos últimos anos entre o Grupo Desportivo Comercial e a FPAK, com o Azores Rallye a sair tanto do CPR como do ERC, por motivos que não são agora para aqui chamados, pois o que faz sentido é olhar para a frente.
Como é lógico o Grupo Desportivo Comercial tem de alguma forma, contar com o Governo Regional, pois a exposição que o Azores Rallye inserido no Europeu de Ralis dá à região é muito grande, mas a falar é que as pessoas se entendem, e claramente a prova já mostrou que, quando as coisas correm de forma normal, é uma mais-valia para as competições em que se insere. Portanto, resta aguardar pelo trabalho que tem vindo a ser feito pelo GDC e ver como tudo evolui.












Pode ser muita imaginação da minha parte, mas seria interessante que se conseguisse ter os Açores e a Madeira em anos alternados no CPR e ERC, ou seja, num ano um aquipélago recebia o CPR e no ano seguinte recebia o ERC e vice-versa.
Era bom ter ambas as provas insulares no ERC e, não vejo possibilidade de o ter nas duas, portanto era a forma de terem ambas essa projeção e permitia ter o “maior investimento” a cada 2 anos em vez de ser todos os anos.
É só uma ideia.
É uma ideia, mas seria sempre um mal menor… da perspectiva dos fãs lusitanos, claro.
Eu acho que ambas as provas merecem estar no europeu e desta forma acabavam por estar. No ano em que não fosse o europeu era o nacional e sempre tinham uma lista de inscritos mais composta.
Não faz sentido os Açores estarem assim deixados ao “abandono”
Concordo: e p’ra mim, especialmente os Açores! (prefiro também terra…)
Ambas as provas estarem NO MINIMO ano sim, ano não, no CPR devia ser “obrigatório”.