Bruno Magalhães e Ricardo Moura vão para os quatro restantes troços do Azores Airlines Rallye com 9.3s de diferença, portanto com tudo em aberto no que à luta pela vitória diz respeito. Apesar da diferença, de modo nenhum a prova está resolvida, pois a partir daqui, na cabeça de Ricardo Moura, deixa de estar a possibilidade de ser segundo ou terceiro, mas sim, vencer ou perder. Quanto a Bruno Magalhães, depois de ter ultrapassado a falta de ritmo, tem pela frente a possibilidade de fazer o tri nos Açores, pois já ganhou a prova em 2008 e 2010. Grande luta que se perspetiva para a tarde, e que vai continuar já na especial Grupo Marques, embora os seus quatro quilómetros não devem mudar muita coisa. Não havia nada que os portugueses mais ambicionassem, do que ver Bruno Magalhães e Ricardo Moura a luta pelo triunfo. É pena ver um piloto Alexey Lukyanuk perder um rali desta forma, mas os adeptos devem estar-lhe agradecidos porque a essência dos ralis vive nele. Tal como com Colin McRae. É sempre a fundo. Mas segundo se sabe, foi uma pedra que partiu algo no carro, bateu nessa pedra, perdeu tempo. Pelo menos desta vez não foi um excesso, foi simplesmente azar. Faz parte dos ralis…








