Como vamos perceber nas próximas linhas, há um preço a pagar, mas o importante é que dessa forma será permitido disputar provas motorizadas em Portugal, neste caso, ralis e todo-o-terreno.
O AutoSport já tem conhecimento de algumas medidas que vão ser necessárias para colocar em andamento o desporto motorizado em Portugal, e embora ainda não se tenha a certeza de todas as datas, já há medidas gerais que vão que ter que ser seguidas. A segurança e saúde de todos os envolvidos nas provas, incluindo o público em geral é a prioridade absoluta, pelo que todos vão ter que seguir normas que foram emanadas pela Direção Geral de Saúde.
Todos os envolvidos nos eventos vão ter que usar Equipamentos de Proteção Individual (máscaras, viseiras, etc) e a primeira regra a seguir é a do distanciamento social. Cada um vai ter sempre em mente esta questão e aplicá-la em todas as situações.

A FPAK vai introduzir uma série de normas, que há-de revelar em pormenor a seu tempo, mas todos nos podemos preparar para algumas como as que vamos revelar a seguir: A primeira delas, e no que aos ralis e todo o terreno diz respeito, é que o Parque de Assistência será fechado ao público e as equipas vão ter que ficar mais afastadas umas das outras relativamente ao que é costume. Para se evitar ao máximo concentração de pessoas, apenas quem for estritamente necessário estar será autorizado no parque de assistência. Todos terão que usar máscara, sempre que possível as pessoas devem manter-se afastadas dois metros.
Nos ralis e TT o shakedown/qualificação e prólogo só serão realizados se os organizadores entenderem haver condições de segurança para isso, e essas serão as mesmas que nas especiais de classificação.
De resto, todas as habituais situações, como por exemplo, conferências de imprensa e briefings são desaconselhadas, ainda que não proibidas.
Quanto às super especiais, não são proibidas, mas sim desaconselhadas (ler em separado). Da questão do público falaremos também em artigo separado.











