Segundo troço de tarde e a luta a intensificar-se, pois está a aproximar-se o fim do rali e Diego Ruiloba – Angel Vela (Citroen C3 Rally2) não dão sinais de quebra, estão a reagir fortemente a Alexandre Camacho – Carlos Magalhães (Toyota GR Yaris Rally2) que neste troço só conseguiram ganhar um décimo ao espanhol o que significa que a dois troços do fim a margem entre primeiro e segundo é agora da 2.9s, enquanto no caso do CPR, Jose Pedro Fontes – Ponte Inês (Citroen C3 Rally2 evo) tiveram aqui um troço um pouco menos conseguido e Armindo Araújo – Luís Ramalho (Skoda Fabia Rs Rally2) ganharam-lhes sete décimos.
Contudo, tal como já referimos anteriormente, apesar das diferenças oscilarem de troço para troço, tudo isso se pode deve a algo que os pilotos não revelam, a estratégia, pois com dois troços pela frente, agora é que vem aí o tudo ou nada, pois estes dois primeiros troços da tarde nada decidiam, podendo no entanto encaminhar. E o que se prova é Alexandre Camacho recuperou apenas sete décimos em dois troços e Fontes segundo e meio. Agora sim, o que suceder no próximo troço deixa tudo em aberto para o último, ou por outro lado, pode definir já com boa dose de certeza, os vencedores.
A emoção no Rali Vinho Madeira está ao rubro, e este é o momento das decisões, pois o que suceder no próximo troço tem o condão de definir ou protelar para o último as decisões.
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