CPR: Relatórios das provas vão ser tornados públicos
A FPAK decidiu que os relatórios das provas que fazem parte do Campeonato de Portugal de Ralis vão ser tornados públicos. A passagem de um modelo de escolha “política” para um sistema baseado na transparência de relatórios técnicos é um marco importante no Campeonato de Portugal de Ralis.
Esta é uma mudança claramente positiva, pois obriga as organizações a não “deixar pedra sobre pedra” na realização das suas provas e todos os intervenientes, pilotos, equipas, público, só têm a ganhar com isso.
Esta medida promete profissionalizar ainda mais a modalidade, e o facto dos relatórios serem tornados públicos irá escrutinar não só as provas, mas também que elabora os relatórios.
A simples possibilidade de todos os detalhes dos relatórios serem públicos tem o enorme potencial de, sem dúvida, elevar ainda mais o nível das provas.
Na apresentação do CPR, Ni Amorim, presidente da FPAK foi claro: “quero acabar hoje com todas estas histórias e indiretas que entra um rali, sai outro, etc, etc, etc. A partir deste ano, as notas dos relatórios passam a ser públicas, portanto, toda a gente saberá no final do cada rali, depois de publicado o relatório no site da FPAK, a pontuação de cada prova.
Depois, no final do ano, se há nove provas e só pode haver oito é fácil de fazer as contas. Se há nove e só podem entrar sete, por exemplo, porque há provas candidatas, e podem ter que sair duas, as notas estando publicadas à medida em que as provas se vão desenrolando, tudo isso torna as coisas mais transparentes e é isso que se pretende para os ralis”, disse Ni Amorim.
Meritocracia, transparência e credibilidade
Ao tornar os relatórios públicos, a FPAK elimina as “teorias da conspiração” sobre eventuais favorecimentos. Todos passam a saber exatamente por que razão ou razões, o Rally X ou o Rali Y mantém o seu lugar no calendário.
Uma consequência lógica será a elevação do nível organizativo: sabendo que estão a ser avaliadas e que o relatório será lido por todos, as organizações serão forçadas a ser ainda melhores, a todos os níveis, pois qualquer um deles pode fazer a diferença entre ficar ou sair.
Desta forma, termina a “zona de conforto” para quem sentir que a tem, e todos beneficiarão com a maior justiça. Até os patrocinadores, que investem milhares de euros, o simples facto de saberem que correm em provas selecionadas por critérios de qualidade e não por influência política dá garantias de retorno e visibilidade.
Aliás, basta olhar para o que foi sucedendo nos últimos anos no CPR, em que, quando uma organização levava a cabo uma iniciativa, quer fosse transmissões ou outra coisa qualquer, isso foi influenciando outras a fazer o mesmo ou a tentar fazer ainda melhor. E é muito fácil de perceber que todos ganham com isso a começar nos pilotos, equipas e público.
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