Depois já terem sido campeões FPAK de Ralis e da Taça FPAK de Asfalto, Carlos Fernandes e Valter Cardoso chegaram ao “tri” em 2016 ao vencerem a Taça FPAK de Terra, sendo os mais fortes no Rali de Amarante/Baião. Foi a sexta vitória do ano do piloto de Sintra no Campeonato de Ralis FPAK e a quarta consecutiva na Taça de Ralis FPAK de Terra, um resultado que trouxe o terceiro título do ano para Carlos Fernandes.
“Treinámos pouco porque só pude ir para Amarante na sexta feira depois de uma semana intensa de trabalho a passar o carro de asfalto para terra”, revela Carlos Fernandes. “A super especial até nem correu muito bem e no dia seguinte entrámos algo receosos, porque “abríamos” a estrada e os troços tinham muita lama. A partir daí decidimos atacar um pouco mais e ganhámos os troços todos do campeonato. Vencer é sempre bom mas este resultado é especial para o Valter (Cardoso), que é de Amarante. Este ano ganhámos tudo o que havia para ganhar e sinto que mais não podemos fazer com o Mitsubishi.
Carlos Fernandes e Valter Cardoso, venceram o Rali Amarante/Baião tripulando um Mitsubishi Lancer EVO VIII, com uma vantagem de 18,4 segundos sobre os inesperados Pedro Antunes e Alexandre Rodrigues com o Peugeot 208 R2 de apenas duas rodas motrizes, resultado ainda mais relevante face ás difíceis condições atmosféricas que tiveram de enfrentar. No terceiro posto ficaram Luís Mota e Alexandre Ramos, também em Mitsubishi Lancer, já a 32 segundos do vencedor. A chuva marcou presença, tornando muito traiçoeiras as classificativas do Marão e da Aboboreira, e provocando várias desistências por entre as 30 equipas que arrancaram para esta prova organizada pelo Clube Automóvel de Amarante e que se perfilou como candidata ao Campeonato Nacional de Ralis. No agrupamento X5, o pódio foi composto quase na íntegra por equipas da região de Baião/Amarante com a vitória a sorrir a Vítor Pascoal e Pedro Alves, deixando na segunda posição, António Costa e Nuno Rodrigues da Silva, tendo o posto mais baixo do pódio sido ocupado por Ricardo Matos e Carlos Matos.










