Nessa altura, Carlos Barros, atual responsável máximo da Peugeot Portugal, era mecânico da equipa oficial. Com 24 anos, era um dos mecânicos em início de carreira da formação que contava também com o hoje todo poderoso, Jean Todt, na altura navegador de Guy Fréquelin. Para Barros, esses foram tempos essencialmente de ‘aprendizagem, mas que me foram muito úteis mais tarde e que ainda hoje recordo com saudade. Lembro-me que fui trabalhar para Conventry durante 18 meses, em Inglaterra, e demorávamos cerca de dois meses a montar um Sunbeam Lotus. O motor Lotus e caixa ZF já chegavam às instalações prontos, mas no chassis era preciso muito trabalho, com muitos reforços e soldaduras e às vezes inventar peças!”. Barros também recorda que o motor Lotus de 240 cavalos “tinha que ser montado com uma ligeira inclinação para a direita para compensar a distribuição do peso devido ao escape” e que “a única maneira de ver quanto gasolina havia no depósito era através duma pequena vara de madeira construída propositadamente para aquele efeito”. Outros tempos, outras histórias…












