Bruno Magalhães ainda não tem definidos os contornos da próxima época desportiva. Neste momento, “o projeto está em andamento e, caso o consiga montar, o objetivo é disputar o máximo de provas possível, repetindo também ao máximo aquelas em que já participámos anteriormente. Já tenho alguns apoios mas ainda aguardo respostas para poder concretizar uma temporada com aquele que estipulei um mínimo de seis provas”.
Esse seria um número de provas que permitiria uma boa classificação final num campeonato “em que os privados poderão ter uma palavra a dizer. Eu e todos os outros pilotos nessas condições estamos muito satisfeitos com os incentivos criados pelo Eurosport que são muito bem vindos. Quando estabelecemos um orçamento não podemos contar com hipotéticos prémios mas caso os obtenhamos podemos sempre realizar mais testes ou mesmo participar em mais uma prova”.
Tudo indica que o piloto de Lisboa se mantenha ao volante do Peugeot 208 T16 da Delta Rally mas “os projetos dependem dos valores conseguidos em apoios. Espero ter tudo definido em janeiro e, à partida, deverei correr com a mesma equipa e com o mesmo carro mas um dos objetivos é também conseguir reunir melhores condições que em 2014”.
Essa poderá ser uma vantagem para Magalhães que “este ano participei em mais de metade das provas com um carro novo. Agora disponho dum melhor conhecimento da viatura bem como sei com que contar em termos de piso e características das classificativas das provas. É muito importante participar num campeonato com alguma continuidade pois basta ver que algumas equipas oficiais até colocam os seus pilotos a correr em carros da concorrência ao longo de dois ou três anos de antecedência à sua aposta. Obviamente que, a continuarmos, tudo se conjuga para que obtenhamos melhores resultados”.








