Sem mostrar os mesmos níveis de confiança que no ano passado lhe permitiram aqui obter o quinto posto, Bruno Magalhães melhorou quase sempre os seus ‘cronos’ nas segundas passagens pelos troços, em alguns casos na ordem dos 10 segundos. Porém, num rali decidido ao segundo, o piloto esteve distante dos tempos realizados pelos concorrentes mais rápidos, tal foi o ritmo com que o ‘pelotão’ do IRC encarou a prova.
Desiludido, o piloto da Peugeot Portugal analisou o desempenho neste fim de semana, que, não sendo satisfatório, lhe deu os primeiros quatro pontos para o campeonato: “Estou desapontado porque queria andar mais na frente e acabámos por fazer um rali modesto, nem muito bom nem muito mau. Em muitos momentos tive o ritmo próximo dos pilotos da frente, mas tive muitas hesitações que acabaram por ditar as diferenças de tempo no final dos troços. Depois da saída de estrada em Monte-Carlo, esperava que fosse mais fácil recuperar a confiança no asfalto, mas ao ritmo a que este rali foi vivido, a nossa tarefa tornou-se muito difícil. A próxima prova, na Córsega, será outro enorme desafio, mas temos que andar mais rápido”.
Carlos Barros, diretor da Peugeot Sport Portugal, aponta já para o futuro como único caminho a seguir: “Vínhamos com boas ambições mas infelizmente não foi possível concretizá-las. O nosso Peugeot esteve sempre bem, agora temos que trabalhar sobre o que faltou, esquecer este resultado que não era o desejado e pensar unicamente no próximo rali.”









