Para o português, o troço “é muito trabalhoso e diferente dos restantes”, enquanto o francês da Volkswagen justifica que a sua especificidade tem a ver com “o facto de ser novo e traiçoeiro”.
Mads Ostberg acrescenta, ainda, que as equipas vão ter de se preocupar com a gestão dos pneus. “A especial é uma das mais lentas de todo o rali e como é dura e é sempre a subir e a descer torna-se exigente para os carros e provoca maior desgaste nos pneus”, afirma o norueguês.
Para além dos reconhecimentos, hoje já foi dia de verificações. O qualifying realiza-se, amanhã, em Vale de Judeu, como habitual, a partir das 10h40.











