A representação lusa, formada por Rui Gonçalves, Hugo Basaúla e Luís Correia, que tinha como objectivo um lugar no “top ten”, acabou por ser penalizada pelo abandono de Luís Correia na primeira manga, e dois resultados de Rui Gonçalves abaixo das expectativas, que foram determinantes para liquidar as hipóteses da equipa das quinas conseguir posicionar-se entre os dez primeiros da classificação colectiva.
Ainda assim, este 13.º lugar constitui um resultado positivo entre vinte equipas finalistas, e foi o quarto melhor resultado de Portugal no Motocross das Nações – só superado pelo 8.º posto alcançado em 2001 e 2005, o 10.º em 2004, e igualando o registo obtido em 1999, mas agora entre um número recorde de participantes, pois nesta 63.ª edição da famosa prova compareceram equipas representativas de 36 países, das quais vinte disputaram a Final A.
A vitória na prova foi conquistada pela selecção dos Estados Unidos que, mesmo sem apresentar em pista o seu “Dream Team” provou que é a potencia número um da especialidade , somando a quinta vitória consecutiva na corrida mais popular do motocross mundial. Depois de alguns especialistas desprezarem o potencial da formação “Yankee”, ao não contar com as suas máxima figuiras, esta voltou a mostar na pista que é a mais forte, com Dungey, Weimer e o veterano Tedesco a somarem a 20ª vitória dos Estados Unidos no Motocross das Nações, batendo as suas congéneres da França e Bélgica. A Itália perdeu as hipóteses de discutir o triunfo devido aos abandonos de Davide Guarneri na segunda manga e de Antonio Cairoli na terceira, acabando no 6.º lugar.
Classificação: 1.º Estados Unidos, 22 pontos; 2.º França, 30; 3.º Bélgica, 39; 4.º Alemanha, 55; 5.º Grã-Bretanha, 55; …13.º Portugal, 112.










