Cal Crutchlow, que este ano será piloto oficial da Ducati no MotoGP, acredita que há um fundo de verdade na notícia divulgada pela rádio espanhola Onda Cero de que Jorge Lorenzo tem um pré-acordo para se mudar para a marca italiana a partir de 2015, recebendo qualquer coisa como 15 milhões de euros/ano.
O britânico, que se encontra a treinar na Califórnia antes dos primeiros testes oficiais em Sepang, no início de fevereiro, deu uma resposta frontal quando questionado sobre a ligação Lorenzo-Ducati. “Acredito que haja alguma verdade nisso. Tal como o próprio Jorge já disse, todos os construtores vão querer falar com ele (ndr, no final de 2014 quando terminar o atual contrato com a Yamaha). Claro que o Lin (Jarvis, diretor da Yamaha) vai negá-lo porque ele quer manter o Jorge. E claro que o Lorenzo também vai negar, porque também quer negociar com a sua atual equipa. Se ele realmente vier para a Ducati e se eu aqui estiver, isso não me afetará muito. Seria um desafio enorme para ele mas o Jorge traria uma enorme quantidade de dados e de rapidez”, referiu o inglês de 28 anos ao site do MotoGP. Recorde-se que em dezembro já havia sido noticiado que a Honda está a preparar uma oferta milionária a Lorenzo
Cuidados com o corpo
Entretanto, Cructhlow também revelou como são os dias de um piloto do MotoGP durante a pré-época: “Sinceramente, não há muito que se possa fazer além de ciclismo e corrida. Não posso ir para o ginásio porque assim que o fizer começo a ganhar massa muscular e o peso aumenta. Os pilotos mais leves têm clara vantagem no MotoGP e eu já sou um dos mais pesados. Tenho que ter cuidado porque quanto mais velho ficas mais difícil é perder peso. Neste momento, estou com oito por cento de índice de gordura corporal, que é o ideal para as viagens e para a pilotagem no MotoGP. Tenho uns amigos ciclistas profissionais que estão aqui comigo na Califórnia e temos feito longas sessões diárias”, revelou o ex-piloto da Yamaha Tech 3.










