A Rampa da Falperra teve, no passado fim de semana, a sua 36ª edição, com 143 pilotos a ‘discutirem’ o cronometro. A par disto, fora de pista, a vasta moldura humana foi uma constante com particular ‘enchente’ para o dia de domingo e, numa opinião generalizada, os pilotos a destacarem e valorizarem o muito público que se fez sentir, dando um forte apoio a todos os que se aventuraram nos 5,200 m da mítica Rampa da Falperra.
Dois desses casos foram os estreantes Sebastien Petit (3º) e Andrea Bormolini (7º). “É a primeira vez que estou aqui na Rampa da Falperra. O público é fantástico e em França não se vê um número de gente tão entusiasta como aqui, as pessoas aqui são fanáticas por corridas. Gosto muito de estar aqui. Braga é uma bela cidade e as pessoas e a organização são muito simpáticas”, afirmou o piloto francês.
Bormolini alinhou pelo mesmo diapasão ao afirmar, “a corrida é muito boa, com muita gente na pista e muita gente que vem aqui para nos vir ver, desfrutei muito do fim de semana. Correu muito bem, foi a minha primeira vez aqui na Falperra, o carro esteve bem e gostei muito do traçado”, finalizou o italiano. José Lopez-Fombona, visivelmente feliz, salientou que “foi muito agradável e um fim de semana maravilhoso e uma prova muito bem organizada”.
Andrés Vilariño, nome icónico da Rampa da Falperra e que participou em todas as edições da prova portuguesa desde 1986, e que este ano foi homenageado, afirmou, “é muito difícil exprimir por palavras o que sinto porque a homenagem é sincera e isso é algo muito especial. A minha mãe é basca e o meu pai galego, e sinto que isto é parte da minha terra também, sinto-me muito bem em Portugal”.









