Nuno Pinto assinalou os 20 anos de estreia no CNK em Fátima
20 anos após a sua estreia no Campeonato Nacional de Karting, Nuno Pinto regressou à modalidade em que competiu pela última vez há 18, para assinalar essa efeméride.
O piloto, atual diretor da diretor da empresa de Coaching and Management de pilotos, a Winway, integrou a categoria X30 Shifter Master na segunda ronda do CNK, em Fátima.
“Não cheguei a treinar, porque saí de Frankfurt às três da madrugada e foi praticamente chegar aqui e correr”, num desempenho que superou as suas expetativas, dado que foi o mais rápido nos treinos cronometrados e venceu a primeira corrida de qualificação, facto que o leva a considerar que “há 20 anos acho havia um maior número de pilotos a ganharem corridas. Se fosse há 20 anos tinha chegado aqui e ficava em último”.
“Estriei-me em 1995 no karting e decidi fazer esta corrida porque faz este ano 20 anos que participei pela primeira vez no Campeonato Nacional de Karting. Tenho um kart com que costumo treinar com outros pilotos nos Fórmulas. Não corro há 18 anos no karting e parei de competir em 2007”, explicou Nuno Pinto.
Num olhar sobre o passado, o português lembra ter competido com “Filipe figueiredo e Silva, que foi várias vezes campeão nacional e ganhou em todas as categorias em que correu, ele que é filho do antigo piloto Figueiredo e Silva. Lembro-me também do Jaime Correia, também várias vezes campeão nacional, especialmente nos karts com caixa de velocidades, pilotos que, para mim, foram referências. Na época de 95,corria na categoria de 100 cm3, e em dez corridas no campeonato houve 6/ 7 pilotos diferentes a vencer, enquanto agora há 2/3 pilotos a ganhar corridas”.
Numa análise entre as diferentes épocas, “antigamente ninguém tinha tendas, estávamos todos nas boxes uns em cima dos outros, agora pelo menos já há tendas, os horários parecem-me que são cumpridos à risca. Entre 95 e 97 foram, talvez, dos anos de ouro no karting em que também algumas equipas começavam a trazer técnicos de fora para nos virem dar assistência, ensinar, e trazer motores. Nessa altura talvez tenha começado a ser mais profissional”.
Atualmente o diretor da Winway trabalha “com o Daniel Juncadella que está com a Mercedes no DTM e o Robin Frijns, que no ano passado era o terceiro piloto da Caterham na Fórmula 1e agora está com a Audi nos GT. Entre outros, trabalho também com todos os pilotos da Prema Powerteam no Campeonato Europeu de Fórmula 3, e no ano passado trabalhei como Esteban Ocon que se sagrou campeão”.
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