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Balanço do Ano do Campeonato Nacional de Karting

José Luis Abreu by José Luis Abreu
27 Setembro, 2017
in CPK, KARTING, Newsletter
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Balanço do Ano do Campeonato Nacional de Karting

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[soliloquy id=”329307″]

Vítor Mendes (categoria X30 Super Shifter Master), Frederico Castro (X30 Super Shifter Gentleman), Tiago Teixeira (X30 Shifter), Rita Teixeira (na classe feminina da X30 Shifter) Yohan Sousa (X30 Shifter Júnior), Guilherme de Oliveira (Júnior), Luís Alves (Juvenil), Matilde Ferreira (na classe feminina da Juvenil), Adrian Malheiro (Cadete) e Pedro Moura (Iniciação) são os novos campeões nacionais de Karting.

Depois das primeiras quatro provas realizadas nos circuitos de Portimão, Leiria, Viana do Castelo e Palmela, os títulos de campeões de Karting ficaram definidos na quinta e última jornada disputada no KIROKartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral, com a organização a cargo da ACDME.

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VÍTOR MENDES CAMPEÃO NA X30 SUPER SHIFTER MASTER
Na categoria X30 Super Shifter Master – para pilotos com idade igual ou superior a 32 anos de idade – que pela primeira vez que se disputou em Portugal, com karts equipados com caixa de velocidades e potentes motores Iame de 175cc, a luta pelo título esteve bem animada até à quinta e última jornada, no KIRO Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral, com três pilotos capazes de conquistar o cetro. Joel Magalhães, com um kart equipado com chassis Birel Art, que venceu a segunda prova em Leiria e a quarta jornada em Palmela, era, à partida para a derradeira prova, o melhor posicionado com 127,5 pontos, seguindo-se depois Vítor Mendes (Sodi) – campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal da categoria X30 Shifter Master no ano passado com 118 pontos, piloto de Felgueiras que dominou por completo a terceira ronda, disputada em Viana do Castelo. Rui Bastos (Birel) – vice-campeão nacional X30 Shifter Master em 2016 – que venceu a prova de abertura em Portimão, estava na terceira posição com 114,5 pontos. Já Paulo Martins (Sodi), que se estreou este ano no Campeonato Nacional, estava na quarta posição, tendo o também ‘rookie’ Diogo Teixeira (Maranello) em sua perseguição na discussão pelo quarto lugar do campeonato. Joel Magalhães até iniciou bem a quinta e última prova do campeonato, ao ser o mais rápido nos treinos cronometrados, estabelecendo a melhor volta ao traçado da região oeste, de 1107 metros, em 45,354s. Contudo, nas mangas de qualificação foi Vítor Mendes a destacar-se ao sair vitorioso. Na Final, o piloto de Felgueiras voltou a estar forte e foi o primeiro a ver a bandeira xadrez, seguindo-se Joel Magalhães, Paulo Martins (Sodi), Diogo Teixeira (Maranello) e Rui Bastos (Birel) que foi forçado a abandonar à passagem da terceira volta, com problemas no motor. Com este desfecho, Vítor Mendes conquistou o título de campeão nacional, Joel Magalhães sagrou-se vice-campeão nacional e Rui Bastos assegurou um honroso terceiro lugar. O ‘rookie’ Paulo Martins terminou o campeonato na quarta posição e o também estreante Diogo Teixeira fechou o top-5.

TÍTULO PARA FREDERICO CASTRO NA X30 SUPER SHIFTER GENTLEMAN
No que diz respeito à categoria X30 Super Shifter Gentleman – destinada a pilotos com idade igual ou superior a 45 anos – também uma novidade esta época e igualmente animada com karts equipados com caixa de velocidades e potentes motores Iame de 175cc, o título também ficou decidido na última prova.
Frederico Castro (Maranello) – que dominou a segunda ronda em Leiria e a quarta jornada em Palmela – surgiu na liderança com 123 pontos, mas Ilídio Fernandes (Sodi) – que bateu toda a concorrência quer na prova de abertura em Portimão quer em Viana do Castelo – embora não tenha podido disputar a quarta ronda, em Palmela, e ter 105 pontos, também estava bem posicionado para se sagrar campeão nacional, dado que das cinco provas do campeonato, pontuavam as quatro melhores.
O madeirense João Dias (Birel Art) – que fez esta temporada a sua estreia no Campeonato Nacional – ocupava o terceiro lugar da tabela classificativa com 104 pontos, seguindo-se Manuel Ramos (Birel) com 75, que não pôde estar presente na quarta prova, em Palmela, e que tinha 75 pontos. João Paulo Cunha, que também não alinhou na jornada de Palmela, ocupava a quinta posição com 36 pontos e Nuno Miguel Silva – nome bem conhecido do Karting da década de 90 – disputou apenas a primeira prova em Portimão, vendo-se privado das restantes por fraturar um braço. Na derradeira jornada, no Bombarral, Frederico Castro foi o mais rápido nos treinos cronometrados, com a marca de 45,646s, e venceu as duas mangas de qualificação. Na Final, o piloto de Lisboa voltou a vencer e conquistou o título de campeão nacional, enquanto Ilídio Fernandes, que foi sempre segundo classificado, sagrou-se vice-campeão nacional. Por sua vez, o estreante João Dias terminou na terceira posição e garantiu um meritório terceiro lugar no campeonato, na frente de Manuel Ramos (CRG), João Paulo Cunha e Nuno Silva.

TIAGO TEIXEIRA CAMPEÃO NA CATEGORIA X30 SHIFTER
Tiago Teixeira, com um kart equipado com chassis CRG, depois de ter dominado por completo as primeiras duas provas, em Portimão e em Leiria, sendo depois segundo classificado na terceira jornada, em Viana do Castelo, voltou a não dar hipótese à concorrência na quarta ronda, em Palmela, pelo que face ao sistema de pontuação, em que eram considerados os quatro melhores resultados das cinco provas do campeonato, à partida para a quinta e última jornada, no Bombarral, já era virtual campeão nacional da categoria X30 Shifter, reservada a pilotos com idade igual ou superior a 18 anos. O piloto de Paredes tinha um total de 141 pontos, enquanto o segundo classificado, Hugo Marreiros (DR) – vencedor da terceira prova em Viana do Castelo –, dispunha de 118,5, pelo que também face à distância que tinha para o resto do pelotão já tinha conquistado o vice- -campeonato. Miguel Ramos (CRG), com 83 pontos, Luís Silva (CRG), com 81, bem como André Serafim (Intrepid), com 74, apesar deste último não ter podido disputar a quarta prova, em Palmela, prometiam uma luta bem interessante pelo terceiro lugar no campeonato na quinta e última ronda, bem como a sempre prestigiante presença na Gala dos Campeões da FPAK,
a qual já tinha assegurada a campeã nacional feminina Rita Teixeira (Mercury), que esteve em grande destaque na quarta prova em Palmela ao garantir o lugar intermédio do pódio.
Tiago Teixeira mostrou-se logo muito forte nos treinos cronometrados ao estabelecer a melhor marca, 45,251s. Na primeira manga de qualificação venceu Hugo Marreiros e Tiago Teixeira triunfou na segunda. Na Final, o piloto de Paredes voltou a bater toda a concorrência, seguindo-se André Serafim (Intrepid), Luís Silva e Rita Teixeira, que esteve bem mais forte nas mangas de qualificação e garantiu o título de campeã nacional feminina. Já Hugo Marreiros foi forçado a abandonar. Tiago Teixeira confirmou o título de campeão nacional, Hugo Marreiros sagrou-se vice-campeão e André Serafim foi um honroso terceiro classificado.

YOHAN SOUSA CAMPEÃO NA X30 SHIFTER JÚNIOR
Na categoria X30 Shifter Júnior – para quem tem idades compreendidas entre os 15 e os 17 anos –, Yohan Sousa, bicampeão nacional X30 Shifter, tirou o melhor proveito da sua experiência para dominar por completo todas as jornadas disputadas: em Portimão, Leiria, Viana do Castelo, Palmela e Bombarral. O piloto do Entroncamento totalizou 187,5 pontos, tantos quantos possíveis, pelo que à partida para a derradeira prova já era virtual campeão nacional… ou melhor, é tricampeão nacional!
Assim, o grande motivo de interesse da quinta e última prova foi a luta pelo vice-campeonato e, neste particular, previa-se um duelo bastante intenso entre Bruno Ponte (Birel Art) e Rodrigo Ferreira (Praga) que totalizavam 109,5 e 105 pontos, respetivamente. Simão Ventura (CRG) estava na quarta posição, com 91,5 pontos, e Eduardo Alves, que não alinhou na quarta prova em Palmela, era o quinto classificado, com 36.
No Bombarral, Bruno Ponte foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 45,239s, Yohan Sousa venceu a primeira manga de qualificação e na segunda foi Bruno Ponte o primeiro a ver a bandeira xadrez, mas uma penalização de 10 segundos – por alegada falsa partida que deixou muitas dúvidas no paddock – relegou-o para a quarta posição (oitavo da geral), tendo a vitória ficado na posse de Yohan Sousa. Na Final, Yohan Sousa largou da pole-position, tendo a seu lado Rodrigo Ferreira. O piloto do Entroncamento arrancou bem e liderou de princípio ao fim, enquanto Rodrigo Ferreira e Bruno Ponte terminaram ‘colados’ na segunda e terceira posições, seguindo-se Simão Ventura. Entretanto, Bruno Ponte viria a ser desclassificado e todos subiram uma posição. Yohan Sousa conquistou assim o seu quinto título de campeão nacional ao vencer a categoria X30 Shifter Júnior, Rodrigo Ferreira sagrou-se vice-campeão e Simão Ventura foi terceiro classificado.

GUILHERME DE OLIVEIRA CAMPEÃO NACIONAL JÚNIOR
Guilherme de Oliveira (Tonykart), que se estreou este ano a competir na categoria Júnior, também já era virtual campeão nacional à partida para a quinta e última jornada, face ao sistema de pontuação em que pontuavam as quatro melhores provas do campeonato. O piloto de Vila Nova de Gaia venceu a prova de abertura em Portimão, depois as de Leiria e de Viana do Castelo, sendo segundo classificado na quarta ronda, em Palmela, pelo que totalizava 138,5 pontos.
Guilherme Gusmão (Tonykart), com 113 pontos, também já tinha virtualmente garantido o vice-campeonato. O piloto de Évora foi um dos principais protagonistas da categoria Júnior – uma das que contou com mais participantes e das mais competitivas do Campeonato Nacional – sendo sempre uma presença assídua no pódio.
Muito interessante de seguir na última jornada, no traçado do Bombarral, vislumbrava-se ser a discussão pelo terceiro lugar do campeonato entre Rodrigo Leitão (Tonyart), que totalizava 87,5 pontos, e Afonso Ferreira (Tonykart), que dispunha de 81,5 pontos, sendo também uma ‘luta’ por uma presença na prestigiante Gala dos Campeões da FPAK. Frederico Peters (CRG) estava no quinto posto com 64,5 pontos, mas não alinhou na quarta prova, em Palmela, nem no Bombarral, seguindo-se João Vairinhos (Praga) com 51,5 pontos e Tomás Caixeirinho (CRG) com 49, seguindo-se o estreante João Galveias (Tonykart), bem como Gabriel Caçoilo (CRG) e Duarte Santos (BirelArt), que não disputaram a prova de Palmela, e ainda os também estreantes Sergio Rodriguez (Tonykart), Luís Caetano (Maranello) e Noah Silva (Tonykart).
Na quinta e última prova, Guilherme de Oliveira foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 47,468s e venceu as duas mangas de qualificação. Na Final, o piloto de Vila Nova de Gaia largou da pole-position tendo a seu lado Afonso Ferreira. Guilherme de Oliveira liderou de princípio ao fim, Afonso Ferreira foi segundo classificado e Guilherme Gusmão, após lhe terem oferecido boa réplica, completou o pódio, terminando logo a seguir João Galveias, Rodrigo Leitão, Sergio Rodriguez e João Vairinhos. José Duarte terminou na oitava posição e Luís Caetano no nono lugar, enquanto Tomás Caixeirinho – que esteve bem nas mangas de qualificação, sendo quinto e depois terceiro classificado na segunda – e João Ferreirinha foram forçados a abandonar logo após a partida, em virtude de um aparatoso acidente, felizmente sem consequências de maior para ambos. Com estes resultados, Guilherme de Oliveira confirmou a conquista do título de campeão nacional, Guilherme Gusmão sagrou-se vice-campeão nacional e Afonso Ferreira foi terceiro classificado.

LUÍS ALVES BICAMPEÃO NACIONAL JUVENIL
Uma das categorias mais interessantes de seguir foi a Juvenil, também uma das que mais pilotos reuniu e das que maior competitividade ofereceu.
Ivan Domingues (Madcroc), vencedor da prova de abertura, em Portimão, e da terceira jornada, em Viana do Castelo, à partida para a quinta e última jornada, no Bombarral, estava na liderança com 124 pontos e na segunda posição surgia Luís Alves (Birel Art), campeão nacional em título, com 109 pontos. Face ao sistema de pontuação em que eram contabilizadas quatro das cinco melhores provas do campeonato, previa-se uma intensa luta pelo título Ivan Domingues e Luís Alves. Lourenço Marques (Topkart), protagonista de um campeonato nacional muito positivo, sendo sempre uma presença assídua no pódio, estava terceira posição com 103 pontos e tinha praticamente o terceiro lugar assegurado, assim como a sempre prestigiante presença na Gala dos Campeões da FPAK. A luta pela honrosa quarta posição no campeonato opunha Rodrigo Testa (DR) e Henrique Cruz (CRG), que totalizavam 84,5 e 76,5 pontos, respetivamente, enquanto pelo meritório top-6 a discussão seria entre Miguel Silva (Tonykart) e Duarte Pinto Coelho (Tonykart). Tomás Martins (DR) ocupava a oitava posição com 36 pontos, seguido por José Barros (Tonykart), com 36, Matilde Ferreira (Energy), com 25,5 – já campeã nacional feminina –, Mário Borges (Topkart), Gabriel Barros (Energy) e Guilherme Alves (Tonykart) – que não pôde alinhar nas duas últimas provas. Na quinta e última prova, Luís Alves foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 51,687s e venceu as duas mangas de qualificação. Na Final, o piloto de Guimarães largou da pole-position tendo a seu lado o leiriense Ivan Domingues – pilotos que eram os principais favoritos ao título à partida para a derradeira jornada. Luís Alves arrancou bem, juntamente com Rodrigo Testa, seguindo-se Ivan Domingues e José Barros. O vimaranense manteve-se na liderança até à sexta volta, altura em que Ivan Domingues passou para o comando. Até à penúltima volta, os dois foram alternando a liderança, mas depois foi Rodrigo Testa a passar para a frente da corrida. Na última volta, no ‘S’ que antecede a reta da meta, Ivan Domingues, que havia recuperado a liderança, parecia ter alargado um pouco a trajetória e acabou por sair de pista. Rodrigo Testa aproveitou bem para assumir a primeira posição e não mais a largou até final, tendo Luís Alves acabado por cruzar a meta no segundo lugar e José Barros garantido a terceira posição. Lourenço Marques terminou no quarto lugar e Henrique Cruz (CRG) fechou o top-5, na frente de Tomás Martins, Miguel Silva, Matilde Ferreira – campeã nacional feminina – e de Ivan Domingues. Já o ‘rookie’ Gabriel Barros foi forçado a abandonar a três voltas do final. Com este desfecho, Luís Alves conquistou o título da categoria Juvenil pela segunda vez consecutiva (sendo o terceiro da sua carreira, com o cetro alcançado na Cadete em 2015), Ivan Domingues foi um honroso vice-campeão nacional e Lourenço Marques um meritório terceiro classificado. Nota também de destaque para a quarta posição de Rodrigo Testa, seguido por Henrique Cruz, que fechou o top-5, e para a sexta posição de Miguel Silva, conseguida no seu ano de estreia.

ADRIAN MALHEIRO BICAMPEÃO NACIONAL CADETE
Na categoria Cadete, Adrian Malheiro (Praga) também já era virtual bicampeão nacional à partida para a quinta e última prova, no Bombarral. O piloto luso-espanhol havia até então dominado praticamente todos os acontecimentos, sendo apenas batido na segunda jornada, disputada em Leiria, por Mateus Cabrelli (Mercury). António Santos (Birel Art) fez um campeonato em crescendo e exemplo disso foi o segundo lugar alcançado na quarta prova em Palmela, o que lhe permitiu regressar à Madeira com 95,5 pontos e com o vice-campeonato praticamente garantido. Mateus Cabrelli (Mercury), que não alinhou na quarta prova, estava na terceira posição com 88 pontos, surgindo logo a seguir Manuel dos Santos (CRG), com 79,5, e Miguel Couteiro (Mercury), com 77, pilotos que iriam lutar pelo sempre prestigiante terceiro lugar e consequente presença na Gala dos Campeões da FPAK. Diogo Castro (Maranello), que evoluiu bastante, estava na sexta posição com 67,5 pontos, seguindo-se Tiago Lima (DR) – terceiro classificado em Palmela – com 56, João Gouveia (Tonykart), com 39, Santiago Alves (CRG), com 38,5, Pedro Cachada (Ricciardo) e Rodrigo Ferreira (FA) que se estreou em junho no campeonato nacional. Na derradeira prova, Adrian Malheiro foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 54,685s e venceu as duas mangas de qualificação. Na Final, o piloto luso-espanhol largou da pole-position – tendo a seu lado Miguel Couteiro (Mercury) – e liderou de princípio ao fim. A luta pela
segunda posição foi animada até final, tendo ficado na posse do madeirense António Santos (Birel Art), enquanto Miguel Couteiro completou o pódio.
Santiago Alves (Madcroc), que esteve durante toda a prova na luta pelos lugares da frente, foi um tranquilo quarto classificado, seguindo-se João Maria Gouveia (Tonykart) e Tiago Lima (DR) que também fizeram uma excelente corrida. Manuel dos Santos (CRG) não esteve ao nível que nos tem habituado, sendo sétimo posicionado, enquanto o Rodrigo Ferreira (FA), Diogo Castro (Maranello) e Pedro Cachada (Ricciardo) fecharam o top-10. Em termos de campeonato, Adrian Malheiro confirmou o título de bicampeão nacional e António Santos sagrou-se vice-campeão nacional. Nota também de destaque para Mateus Cabrelli (que não alinhou nesta prova), Miguel Couteiro e Manuel dos Santos que encerraram o top-5.

PEDRO MOURA CAMPEÃO NA INICIAÇÃO
Na categoria Iniciação a luta pelo título na quinta e última prova, no Bombarral, também prometia ser intensa entre Pedro Moura, vencedor das três primeiras provas, e José Gouveia, que triunfou na quarta. Tomás Alves tinha praticamente o terceiro lugar assegurado e na quarta posição estava Pedro Soares. No traçado da região oeste Pedro Moura foi o mais rápido nos treinos cronometrados com a marca de 1m21,930s e venceu a primeira manga de qualificação, enquanto José Gouveia triunfou na segunda. Na Final, o piloto de Paredes largou da pole-position tendo a seu lado José Gouveia. Pedro Moura venceu de forma expressiva. Na luta pela segunda posição Tomás Alves levou a melhor na frente de José Gouveia e do estreante Diogo Caetano (penalizado em 10 segundos), seguindo-se a também estreante Joana Lima. Pedro Soares não alinhou quer na segunda manga quer na Final devido a uma indisposição. Em termos de campeonato, Pedro Moura conquistou o título, José Gouveia sagrou-se vice-campeão e Tomás Alves foi um honroso terceiro classificado.

Filipe Cairrão
[email protected]
Fotos VVL Sport Image

 

 

 

José Luis Abreu

José Luis Abreu

Entre curvas e muito pó, descobri que o olhar treinado pela fotografia e a paixão pelos ralis só podiam levar a um destino: o jornalismo desportivo. E já lá vão mais de 30 anos…

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