Toto Wolff, diretor executivo da Mercedes, vendeu cinco por cento das ações que detinha na Williams, passando agora a deter apenas 10 por cento da formação de Grove. As razões que levam o austríaco a desfazer-se do que ainda possui na Williams prendem-se com naturais conflitos de interesse que possam surgir com a Daimler. A formação histórica de Sir Frankj Williams fica agora com 52 por cento das ações na posse do fundador, 10 por cento nas mãos de Wolff, nove por cento são propriedade de Patrick Head, Brad Hollinger detém cinco por cento, e as restantes ações estão na posse de investidores na Bolsa.
Wolff vendeu as ações a Brad Hollinger, que possui uma empresa que gere 90 hospitais nos EUA além de ser proprietário de vários monolugares históricos de Fórmula 1, entre eles um Williams de 1997. Citado pela revista britânica ‘Autosport’, Hollinger explicou que “acredito que a F1 está no caminho certo para outro crescimento explosivo. Todos os elementos de media sociais são uma oportunidade que o desporto pode mesmo aproveitar e acelerar ainda mais. Penso que irá criar uma abertura para o mercado dos EUA e gostaria de estar envolvido nesse processo”.










