Numa altura em que muito se discute o futuro da Fórmula 1 e os custos que lhe estão inerentes, o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, considera necessário saber-se o quanto antes quais as medidas e alterações que serão aplicadas a partir de 2017.
Marchionne alerta para o facto de “esse ser o ano em que poderemos fazer algumas mudanças nos regulamentos, e na forma como os monolugares são construídos, na forma como olhamos para a potência e aerodinâmica também. Precisamos de nos apressar e conseguir fazê-lo”.
Após ter estado reunido com Bernie Ecclestone e as restantes equipas, Marchionne afirma que “dizer que eu e ele, e os restantes construtores, estamos felizes com a evolução do desporto nos últimos quatro cinco anos seria uma blasfémia. Isso não é verdade. Temos um desafio daqui para a frente, e a Ferrari tem-se prontificado a participar nessa mudança no desporto”, frisou.
Marchionne entende que “a Fórmula 1 deve ser o pináculo do automobilismo. Não há nada tecnologicamente mais avançado e mais imprevisível em termos de resultados do que isto, onde conseguimos ter a combinação perfeita entre pilotos e tecnologia. A Fórmula 1 tem de se tornar ela própria um espetáculo e isso é importante para os patrocinadores, para financiarem o custo de tudo isto, o qual não é irrelevante”, finalizou.







