“Espero um Felipe com a faca entre os dentes nas últimas quatro corridas, quero um Massa forte que roube pontos aos seus adversários. Em Singapura foi azarado, mas está em condições de vencer”, começou por dizer Montezemolo, lembrando que “quem corre pela Ferrari não corre por si mesmo mas pelas cores do Cavallino. Quem quiser correr só para si que faça uma equipa própria”, acrescentou.
Além deste tema, o responsável da Scuderia Ferrari também abordou as hipóteses de Fernando Alonso de vencer o título e as suas expectativas para o que resta da época: “A Ferrari tem 35 por cento de vencer o mundial e 100 por cento para terminar a temporada ao mais alto nível. Tem sido uma temporada estranha, vencemos a primeira corrida, depois tivemos alguns problemas com o desenvolvimento do monolugar”, refere, possivelmente referindo-se ao desenvolvimento do sistema F-Duct no F10.
“Tenho pensado em algo e convido-vos a fazer o mesmo: desde 1997, se excluirmos 2005, ou vencemos o Mundial de Fórmula 1 ou levamos a disputa até à última corrida. A Ferrari sempre foi a equipa a bater. Vencemos oito mundiais de construtores nos últimos dez anos e por mim era importante que este ano terminássemos o Mundial ao mais alto nível. Estamos em segundo e vamos lutar pelo campeonato até ao final”, observa Montezemolo.
Acerca da escolha de Alonso como piloto número 1 da equipa também é abordada pelo italiano ao Gazzetta dello Sport, com Montezemolo a dizer que decisão para “nos concentrarmos em Alonso foi acertada. Ele é muito forte e próximo da equipa e integrou-se bem desde o primeiro dia”. Além disso, o homem forte da Ferrari também destaca a importância “da determinação da equipa que nunca se deixou abater” e o facto de contar “com pessoas determinadas como [Stefano] Domenicali e [Aldo] Costa, que se revelaram fundamentais”.











