De acordo com a agencia Reuters, a formação malaia contará com um orçamento abaixo dos 50 milhões de euros, bem inferior ao que muitas equipas actuais do meio da tabela despendem, pelo que procura agora a admissão de patrocinadores e apoios que aumentem essa verba.
Nesse sentido, terão já sido contactadas diversas empresas próximas do governo malaio, como é o caso da Petronas, que apesar de estar ligada à Sauber/Qadbak, permanece como hipótese para apoiar a Lotus, tanto mais que a equipa de Hinwill não sabe ainda se poderá estar na grelha de partida para 2010.
“O que é que há de errado em pedir patrocínio em empresas estatais como a Petronas? Se eles podem apoiar uma equipa estrangeira, porque é que a companhia nacional de produtos petrolíferos não pode apoiar uma equipa local?”, inquiriu o director da equipa Kamarudin Meranun à agência de notícias malaia Bernama.
A mesma fonte revela, ainda, que o monolugar da equipa Lotus para 2010 está a progredir de forma positiva, tendo já passado os testes de colisão requeridos pela Federação Internacional do Automóvel (FIA).











