“Foi uma surpresa total. Subestimei o quão bom o carro seria com pouco combustível. Esta volta foi magnífica – foi uma das mais felizes e reconfortantes que fiz desde sempre. Estava no carro antes da Q3 e pensei que talvez tivesse de engolir as minhas palavras [de que não conseguiria lutar pela pole hoje]. Foi, definitivamente, a melhor sessão de qualificação de que me consigo lembrar pelo menos neste ano”, referiu Hamilton, acrescentando que “quando cortei a meta foi imensamente satisfatório”.
O piloto britânico acredita que a inversão das regras relativas aos gases de escape tiveram um papel importante neste aumento de competitividade, mas destaca também o trabalho de desenvolvimento feito pela sua equipa.
“Honestamente nunca pensámos que pudéssemos ficar perto dos Red Bull. O que era importante é que mesmo que não fossemos mais rápidos, continuássemos a tentar colocar o carro competitivo. Fizemos algumas alterações e o carro ficou fantástico. Muitos parabéns à minha equipa, que fez um trabalho fantástico. Ao longo de todo o fim de semana tivemos de forçar para trazer novidades para o carro e melhorar os regimes do motor, o que ajudou imenso”.
“Em Silverstone tivemos bastantes dificuldades com as mudanças de regras, no que diz respeito à estabilidade em curva, pelo que estávamos de pé atrás e não havia nada que pudéssemos fazer. Este fim de semana, a mudança de regras parece não ter afetado muito os Ferrari e os Red Bull, mas permitiu-nos voltar à luta”.










