Em declarações citadas no site da BBC, o ex-piloto que atualmente desempenha o papel de embaixador da Genii Capuital (proprietária da Lotus) referiu que “adoraria ajudar o Romain, porque penso que ele tem um potencial enorme. Mais acidentes podem colocar em risco as suas possibilidades de continuar a pilotar pela Lotus na próxima temporada, quanto mais nas equipas de topo”.
Referindo-se a esse potencial, Stewart acredita que Grosjean poderá ser um dos melhores da modalidade: “é o seu primeiro ano completo na F1 e já é suficientemente rápido para vencer corridas. Penso mesmo que ele poderia ter ganho um ou dois grandes prémios esta temporada, mas neste momento o seu potencial está a ser ensombrado pelo número de acidentes que tem tido”, acrescentou.
Stewart admite ter oferecido os seus serviços a Grosjean em julho, mas que naquela altura Grosjean “escolheu não aceitar a proposta”, garantindo estar, ainda assim, completamente à disposição do piloto da Lotus caso reveja essa sua decisão e aceite os préstimos do escocês.
“Quando chegar o momento e se ele quiser, eu estarei sempre disponível para ele por causa da minha relação com a equipa. Por alguma razão, os pilotos sentem que não precisam de treinadores assim que deixam o karting. É o contrário de qualquer outro desporto que conheço. Ter o talento e a velocidade para vencer corridas pode ser algo intoxicante. O que todos os pilotos de topo têm é uma boa gestão mental, sabendo como devem desempenhar o seu trabalho. É muito raro que algum deles se envolva em colisões. É óbvio com o Sebastian Vettel e a colisão do Fernando Alonso na primeira curva do GP do Japão foi uma verdadeira raridade. A mente tem de comandar perante o talento natural”.









