Para Tony Gardner, presidente da empresa norte-americana, “esta é uma forma de dar aos fãs das corridas a possibilidade de pilotar um carro de Grande Prémio virtual, que replica, visual e fisicamente, o verdadeiro.”
Entre curvas e muito pó, descobri que o olhar treinado pela fotografia e a paixão pelos ralis só podiam levar a um destino: o jornalismo desportivo. E já lá vão mais de 30 anos…