Esta posição da ACEA surgiu hoje, após uma reunião daquele organismo em Bruxelas, tendo emitido uma declaração pouco depois para dar a conhecer a sua decisão.
“Hoje, os membros da direcção da Associação Europeia de Construtores Automóveis discutiram a actual situação da Fórmula1, e concluiram que o actual sistema de governação não pode continuar. A ACEA chegou à conclusão de que a FIA precisa de um sistema de governação e de processos modernos e transparentes, incluindo a revisão da sua constituição, para assegurar que as vozes dos seus membros, participantes no automobilismo de todo o mundo e pilotos são devidamente auscultadas”.
“Os membros da ACEA apoiam as actividades e os objectivos da Associação de Equipas de Fórmula 1 de estabelecer uma governação estável, clara e regras transparentes que sejam comuns a todos os competidores para reduzirem os custos, incluindo uma distribuição mais apropriada dos lucros às equipas de F1, de forma a oferecerem um desporto atractivo e sustentável para o público. Se estes objectivos não forem atendidos, a BMW, Ferrari, Mercedes, Renault e Toyota, bem como as outras equipas, estão determinadas em encontrar uma maneira alternativa de praticarem este desporto numa maneira que lhes conceda claridade, certeza nas regras e na administração, e uma distribuição justa dos lucros pelas equipas”.
Nas fileiras da ACEA contam-se o Grupo BMW, DAF Trucks, Daimler, o Grupo FIAT, Ford of Europe, General Motors Europe, Jaguar Land Rover, MAN Nutzfahrzeuge, Porsche, PSA Peugeot Citroën, Renault, Scania, Toyota Motor Europe, Volkswagen e Volvo.









