A Toro Rosso parece ter recuperado o atraso que tinha em relação às outras equipas. A indefinição do motor a utilizar na Fórmula 1 em 2016, com a escolha a acabar por ser Ferrari com especificações de 2015, haviam atrasado o desenvolvimento do chassis.
Porém, a equipa reuniu esforços, contratando 100 funcionários e acrescentando um turno ao horário normal de trabalho na fábrica de Faenza, e foi recompensada ao ver o STR11 passar o ‘crash-test’ da FIA.
Segundo o responsável máximo da Scuderia, Franz Tost, a equipa fez um grande trabalho. “Gostaria de ter muito mais tempo, mas o nosso departamento técnico tem muitos funcionários experientes que conseguem aproveitar ao máximo o tempo disponível. Além disso, os testes deste ano começam um pouco mais tarde em relação a 2015. Por isso, estou otimista.”










