Apesar de pouco ter podido rodar no primeiro dia de testes no Bahrein, Oliver Turvey retira aspetos positivos desta experiência. Turvey, que tinha guiado um McLaren F1 pela última vez em 2015, pôde experimentar pela primeira vez o MCL32 em Sakhir, de modo a poder comparar o traçado no simulador com a informação conseguida na pista.
Depois de ter feito duas voltas de instalação uma fuga de água do ERS do motor Honda impediu Turvey de rodar durante parte do dia, ainda que depois tenha conseguido completar mais 15 voltas. Foi naturalmente o mais lento do dia, face ao tempo limitado que esteve aos comandos do monolugar laranja. “Foi bom voltar a um carro de F1 e estou agradecido pelo facto da McLaren-Honda me ter dado esta oportunidade. Claro que é frustrante ter o problema que tivemos da parte da manhã, que nos custou tempo em pista, mas para mim cada volta num F1 é benéfico, e é ótimo ter podido guiar o carro”, disse o britânico. “Fiz algumas voltas no final e consegui ter suficientes sensações do carro para poder voltar ao simulador a contribuir para uma correlação com os dados obtidos em pista. Há muito trabalho no simulador para fazer, por isso acho que o tempo que tive aqui foi mesmo importante. Penso que aprendemos algo apesar do tempo limitado de pista que tivemos”, acrescentou Turvey










