Está a aproximar-se a tão falada estreia das corridas sprint de qualificação. Um novo formato de fim de semana que tem como objetivo apimentar as corridas e melhorar o espetáculo. Trata-se de uma mudança radical, algo que a F1 nunca viu, mas algo que está a ser encarado com relativa normalidade, sendo que o rótulo de “experiência” retira muita da pressão. Os responsáveis da F1 assumidamente olham para estes eventos como um teste para entender se é possível manter este formato no futuro.
Fazer experiências a meio de um campeonato não faz muito sentido, mas dado o calendário tão preenchido e a vontade de cortar nos custos da competição, é a única forma de fazer com que todas as equipas participem e talvez a melhor maneira de entender as verdadeiras implicações desta ideia.
Se por um lado este formato implica menos tempo de treino (o que aumenta sempre a imprevisibilidade) e uma corrida extra de curta duração, que se espera possa ser mais intensa, mudanças que podem de facto animar os fãs, por outro vemos a qualificação, considerada por muitos um dos pontos altos do fim de semana, a perder relevância, temos mais uma corrida, onde a tendência atual não deverá ser alterada e temos uma mudança de conceito que vai contra a tradição da F1. A questão para esta semana é , inevitavelmente. o que espera deste formato das corridas sprint? Para muitos esta questão deveria ser respondida apenas depois do fim de semana , mas o exercício pretende comparar a taxa de aceitação antes e depois da prova. A caixa de comentários pode e deve servir para complementar a opinião.










