Com o asfalto de Xangai ainda quente e as malas feitas para um hiato forçado de 33 dias, a Fórmula 1 de 2026 entra na sua primeira grande fase de reflexão. Entre o fulgor da estreia na Austrália e a confirmação na China, o veredito dos adeptos parece tudo menos unânime.
Se, por um lado, a incerteza estratégica e a aerodinâmica ativa prometem agitar o pelotão, por outro, as críticas à complexidade da gestão de energia e ao “feeling” dos carros continuam a ecoar no paddock. Antes de mergulharmos no silêncio deste intervalo inesperado, queremos medir o pulso à vossa paixão: esta nova era está a acelerar no sentido correto ou a essência da F1 está a perder-se pelo caminho?
Responda à sondagem, de modo a perceber se a segunda corrida do ano mudou muitas perceções…












Eu estou a gostar!
Estou a gostar, há mais lutas. Só é pena a falta de fiabilidade, mas isso deve melhorar dentro de algumas corridas.
Se não houvesse tanta gente a falar sobre os regulamentos e se limitassem a olhar para a acção em pista, tenho a certeza que a reacção unânime seria que melhorou muito. Talvez as regras de utilização de energia possam ter que ser adaptadas de circuito a circuito, mas acho que é uma fórmula que pode ter sucesso.